Como Eliminar os Hábitos Que Destroem Sua Mente e Sua Produtividade

Aprenda a proteger os primeiros minutos do seu dia, cultivando os períodos de silêncio, processamento de emoções e tomada de decisões com rapidez e segurança.

Pense Rico

8/9/202613 min read

Como Eliminar o Que Destrói Sua Mente e Sua Produtividade

Existem 5 hábitos que você considera completamente normais, mas a verdade é que eles vão acabar com sua produtividade no longo prazo e, além disso, ainda vão te deixar muito menos inteligente.

E nesses ensinamentos eu vou te mostrar como eliminar cada um deles antes que seja tarde demais.

Napoleon Hill ensinava que a mente é o ponto de partida de toda realização.

Seus hábitos diários moldam não só o que você faz, mas quem você se torna.

Hoje vamos eliminar esses 5 hábitos antes que o dano se torne permanente.

Ah, já adianto que o terceiro hábito é o que você menos percebe.

Ele parece inofensivo, ele parece muitas vezes até saudável, mas é um dos que mais destrói o seu cérebro sem você perceber.

Hábito 1

Começar o dia de modo reativo

O primeiro hábito que você precisa eliminar é também o mais comum e o mais silenciosamente destrutivo.

Você abre os olhos e a primeira coisa que faz é pegar o celular.

O alarme tocou no celular.

Você cancela o alarme e já aproveita para ver o que está no WhatsApp, no Instagram, no e-mail, antes de levantar da cama, antes de respirar fundo, antes de pertencer a si mesmo por um único minuto.

Eu sei que você faz isso, a maioria das pessoas faz.

O celular está na mesinha do lado, o alarme toca no celular.

Então, você já cancela o alarme e já começa a ver o que está acontecendo no seu WhatsApp, no Instagram, no e-mail, antes mesmo de você levantar da cama.

Eu sei que você tem ótimas justificativas para isso.

Nossa, mas se mandaram coisa do trabalho.

Nossa, mas eu preciso ver o que está acontecendo hoje.

Vai que uma bomba explodiu e eu ainda não estou sabendo.

Mas o que acontece no seu cérebro nesse momento é determinante para tudo que vai vir depois do seu dia.

Existe uma janela de aproximadamente 20 a 30 minutos após o despertar, onde as ondas cerebrais ainda estão no padrão alfa, que é um estado de consciência relaxada, criativa e altamente receptiva.

Nesse estado, o córtex pré-frontal, a parte dianteira do seu cérebro, está começando a se ativar e o cérebro está especialmente aberto para ser mais intencional, para focar mais e para ter a capacidade de fazer um planejamento mais profundo.

Quando você entra cedo no seu celular, ainda nesse momento, durante os primeiros 20, 30 minutos do despertar, você sequestra essa janela.

Você bombeia o cérebro de estímulos externos, notificações, demandas de outras pessoas, informações completamente desnecessárias.

E o córtex pré-frontal, ao invés de acordar no ritmo certo, é imediatamente colocado no modo reativo, respondendo ao mundo ao invés de direcionar o seu próprio mundo.

Napoleon Hill foi preciso sobre o poder desse momento. A primeira hora da manhã é o leme do dia. Quem a entrega ao mundo perde o comando antes mesmo de começar. Quem a guarda para si mesmo descobre que o dia inteiro passa a seguir uma direção diferente.

Estudos da Universidade de Sussex mostraram que pessoas que checam o celular nos primeiros 30 minutos do dia relatam níveis muito maiores de ansiedade e dificuldade de foco ao longo do dia inteiro.

Do dia inteiro, não só pela manhã.

O custo cumulativo aqui é muito real.

Você treina o seu cérebro todos os dias a entrar em modo reativo logo de manhã.

E com o tempo, isso vai virar um padrão.

E o seu cérebro, em modo reativo crônico, vai perder a capacidade de pensamento estratégico, de planejamento de longo prazo e, principalmente, de foco profundo.

Como é que você elimina isso da sua vida?

Os primeiros 30 minutos do dia são seus, completamente seus, sem celular, sem notificação, sem absolutamente nada. Você vai usar esse tempo como quiser para fazer silêncio, para orar, para ler um livro, para planejar o seu dia, para escrever motivos de gratidão, para se exercitar, para comer.

Qualquer coisa que venha de dentro e não de fora, estímulos externos.

Essa decisão parece pequena, eu sei.

Mas se feita todos os dias, vai mudar a qualidade do seu dia inteiro.

Declare: Eu começo o dia no controle.

Ao declarar isso, você decide que nenhuma distração será maior do que o seu propósito.

Você acabou de descobrir o primeiro ladrão da sua mente.

Mas o próximo é ainda mais perigoso, porque ele não faz barulho.

Ele age em silêncio, todos os dias, drenando sua energia, sua criatividade e sua capacidade de tomar boas decisões.

Se você quer uma mente forte, não pule o próximo hábito.

Ele pode mudar completamente a forma como você vive.

Hábito 2

Nunca deixar o seu cérebro descansar

Esse é um dos hábitos que a maioria das pessoas nem considera um hábito ruim.

Pelo contrário, parece uma pessoa eficaz e produtiva.

Ela nunca fica entediada.

É você estar no elevador e você está resolvendo coisas no seu celular.

Você espera o café ficar pronto e já tem um podcast no ouvido.

Você está no trânsito fazendo reunião e qualquer janela de silêncio, de tédio ou de espera, você preenche imediatamente com algum estímulo.

Eu sei, parece muito produtivo, parece que você está aproveitando o seu tempo, mas o que a neurociência mostra é justamente o oposto.

O nosso cérebro tem um modo que os pesquisadores chamam de rede de modo padrão.

É o estado que o seu cérebro entra quando você não está focado em nenhuma tarefa externa.

Quando você está caminhando sem ouvir música, sem fazer nada, apenas caminhando.

Ou quando você está tomando banho, olhando pela janela ou vendo a água cair.

Ou seja, você está completamente focado naquilo que você está fazendo.

Napoleon Hill chamava esse processo de acesso à inteligência infinita.

Ele dizia que muitas das melhores ideias surgem justamente quando a mente está tranquila, longe da pressão e do excesso de estímulos.

Não é por acaso que tantas descobertas aparecem durante uma caminhada, um banho ou um momento de oração silenciosa.

Durante muito tempo, é curioso, os cientistas acharam que esse modo era uma espécie de modo desligado, onde o nosso cérebro descansava, mas eles descobriram que não.

A rede de modo padrão, quando você está focado naquilo que você está fazendo e nada externamente está te afetando, é onde acontece a consolidação da memória, a integração das experiências que você viveu, a resolução criativa dos problemas e a geração de insights.

Ou seja, é literalmente onde o seu cérebro processa tudo o que você viveu.

Ele conecta pontos que antes não estavam conectados, produz as suas melhores ideias e pensamentos.

O que acontece é que nós nunca ficamos entediados.

E por nunca ficarmos entediados, a gente acaba nunca dando tempo e espaço para o nosso cérebro fazer esse tipo de trabalho.

E a consequência é que muitas vezes a nossa memória fica fragmentada, porque experiências não foram integradas dentro do nosso cérebro.

A nossa criatividade muitas vezes é sabotada, porque os pontos daquilo que a gente ouviu e absorveu nunca foram conectados, porque o nosso cérebro nunca ficou parado.

E sabe aquela sensação constante de estar sempre ocupado, mas nunca chegando em nenhum lugar?

Tudo isso é consequência de você nunca parar.

Como você elimina esse hábito ruim da sua vida?

É muito simples.

Você vai proteger períodos de ócio todos os dias, sem culpa, sem tentar colocar coisas dentro dele.

Caminhada sem fone, silêncio no café da manhã, dez minutos no final do dia sem tela nenhuma, oração sem precisar ficar colocando pregações no fundo.

O que você precisa entender é que isso não é perda de tempo, isso é manutenção da sua mente.

É um tempo que a sua mente precisa para se tornar mais inteligente.

Declare: Eu escolho o silêncio que fortalece a minha mente.

Ao declarar isso, você decide parar de alimentar o excesso de estímulos e dar ao seu cérebro o espaço necessário para pensar com clareza, criar com profundidade e viver com mais propósito.

Até aqui, você descobriu que uma mente bombardeada por estímulos perde a capacidade de criar.

Agora prepare-se, porque o próximo hábito consegue ser ainda mais perigoso.

Hábito 3

Negligenciar o Movimento Físico

Esse, na minha opinião, é o mais subestimado de todos, porque as pessoas pensam em exercício como questão de corpo físico e não de cérebro.

E isso está completamente errado.

O neurocientista John Ratay, professor da Universidade de Harvard, dedicou anos estudando como o exercício físico transforma o cérebro.

No livro Spark, ele mostra algo que mudou completamente a forma como a ciência entende o aprendizado, a memória e a saúde mental.

Ele mostrou que o exercício aeróbico estimula a produção de algo chamado BDNF, que é uma proteína chamada de fertilizante cerebral.

O BDNF promove crescimento de novos neurônios, fortalece conexões que já existem no seu cérebro e é diretamente responsável pela capacidade de aprender e reter informação.

Quando você se move, quando você faz exercício, seu cérebro literalmente cresce exatamente como um músculo que se desenvolve e hipertrofia.

A mesma coisa.

Napoleon Hill dizia que a mente precisa de energia para funcionar no seu mais alto nível.

O que hoje a neurociência confirma é que essa energia não vem apenas do descanso ou da alimentação. Ela também nasce do movimento.

Um corpo ativo alimenta uma mente ativa.

Só que o inverso também é verdade.

O sedentarismo crônico reduz a produção de BDNF e, consequentemente, reduz o volume do hipocampo, que é a região central da memória.

E ele aumenta a neuroinflamação que está associada ao declínio cognitivo, ou seja, você ficar mais burro, a depressão e também a ansiedade.

A gente acha que a consequência do sedentarismo aparece no espelho, mas isso não é verdade.

É óbvio que você consegue perceber os efeitos no espelho.

Só que antes de aparecer no espelho, ele começa a aparecer na memória, que começa a falhar, no foco que você não tem mais capacidade de sustentar, na capacidade de aprender que vai diminuindo sem que você perceba.

Talvez você não esteja percebendo isso hoje, porque às vezes o processo é sutil.

Mas eu te prometo que se você está vivendo esse hábito ruim, esse processo está acontecendo.

Só que a boa notícia é que esse é um dos danos mais fáceis de reverter da lista.

20 minutos de movimento aeróbico três vezes por semana já gera um impacto muito grande na sua cognição em poucos meses.

Como você elimina isso?

É muito simples.

Você vai parar de tratar exercício como se fosse uma questão apenas estética.

Você vai começar a tratar como se fosse algo cerebral e neurológico, porque de fato é.

Não precisa ser academia ou um protocolo personalizado e sofisticado.

Você precisa fazer de modo consistente.

O BDNF não se acumula numa sessão de um treino bem feito.

Ele se acumula com o hábito consistente feito ao longo do tempo.

Declare: Eu fortaleço o meu cérebro a cada passo.

Ao declarar isso, você assume o compromisso de cuidar da sua mente antes mesmo de cuidar da sua aparência, porque um cérebro forte constrói uma vida forte.

Existe um hábito que faz milhares de pessoas sorrirem por fora enquanto desmoronam por dentro. Elas escondem, engolem, suportam, até que a própria mente começa a cobrar a conta. Se você faz isso, o próximo hábito pode ser o mais importante de todo este artigo.

Hábito 4

Guardar tudo o que você sente

Esse é provavelmente o mais difícil de você executar, mas, consequentemente, talvez seja um dos mais poderosos, justamente por isso.

Esse é o hábito de engolir emoções difíceis.

A frustração que você não processa, a mágoa que você empurra para baixo, o perdão que você nunca liberou, aquele sentimento que você nunca lidou com maturidade e enfrentou, a ansiedade que você ignora, a raiva que você guarda.

Talvez há décadas você segue em frente e, na sua cabeça, por você estar tocando a sua vida, tudo parece bem, tanto para você quanto para as outras pessoas.

Só que isso vai acumulando o tempo inteiro, mágoas, sentimentos ruins dentro do seu sistema emocional.

Napoleon Hill ensinava que a mente precisa estar em harmonia para funcionar em seu máximo potencial.

Enquanto emoções antigas permanecem desorganizadas, parte da sua energia continua presa ao passado, impedindo que você utilize toda a sua capacidade no presente.

A neurociência é clara sobre o que acontece quando você suprime uma emoção de forma crônica.

Um psicólogo chamado James Gross, da Universidade de Stanford, estudou os efeitos da supressão emocional e os achados são bizarros.

Ele fala que suprimir a emoção não elimina a emoção.

Ela continua ativa no seu sistema nervoso, consumindo seus recursos cognitivos, aumentando o cortisol, que é o hormônio do estresse, sobrecarregando o seu sistema imunológico.

E tem mais.

O esforço de suprimir uma emoção ativa afeta diretamente o córtex pré-frontal, que é a mesma região que você usa para pensar, decidir e racionalizar, e também se concentrar.

Cada vez que você guarda o que você deveria estar expressando ou sentindo, você está usando a sua capacidade mental que poderia ir para o seu trabalho, para a criatividade, para as pessoas que você ama.

E você está basicamente eliminando essa capacidade mental.

James Pennebaker, um psicólogo da Universidade do Texas, fez pesquisas mostrando que pessoas que escrevem sobre as suas experiências emocionais desafiadoras, difíceis, delicadas, por apenas quatro dias consecutivos, conseguiram apresentar melhoras no sistema imunológico, na qualidade do sono, no humor e até no desempenho cognitivo.

Não porque elas escreveram bem, mas porque elas processaram aquilo que elas sentiram.

O custo cumulativo de guardar tudo isso é muito grande.

Você não vai ficar mais forte guardando, você fica mais pesado.

E esse peso consome energia que você não consegue perceber que está indo embora, mas você sente falta dela em tudo.

Como você elimina esse hábito?

Você não precisa de terapia imediatamente, não precisa de uma conversa difícil logo de manhã, não precisa fazer longos diários e colocar tudo para fora.

Você começa com algo simples, talvez 10 minutos, escrevendo o que você está sentindo, sem julgar, sem destino, só processando aquilo que você está sentindo e contando a causa, a origem e a consequência.

Só isso já vai tirar a sobrecarga emocional que o seu cérebro, talvez há anos, está acumulando.

Declare com emoção: Hoje, eu escolho curar, não esconder.

Ao declarar isso, você decide parar de carregar sozinho o peso das emoções e dá o primeiro passo para uma mente mais leve, forte e livre.

Mas existe um hábito ainda mais perigoso do que guardar emoções, porque enquanto esse destrói você por dentro, o próximo destrói o seu futuro em silêncio.

Hábito 5

Adiar grandes decisões

E nós chegamos agora no quinto e mais importante hábito de todos.

E ele, na minha opinião, é o que mais custa e o que mais rouba de você no longo prazo.

O dano não é apenas no cérebro, o dano é na sua vida.

Esse é o hábito de adiar grandes decisões. Você sabe aquela conversa que precisa acontecer? Você sabe aquela mudança que precisa ser feita? Aquele relacionamento que precisa terminar? Talvez aquele funcionário que você tem que demitir? Você sabe que aquele caminho não está funcionando? Que você tem que fazer uma mudança de rota? Mas você adia.

Amanhã, quando o momento for melhor, quando você estiver mais preparado, quando você tiver mais certeza ou quando as coisas estiverem mais estáveis.

Napoleon Hill ensinava que uma das características das pessoas bem-sucedidas é a capacidade de tomar decisões com rapidez e mudar de opinião apenas quando existem razões realmente sólidas.

Já os indecisos vivem esperando mais informações, mais segurança e mais garantias enquanto a vida continua passando.

E o que a neurociência mostra sobre isso é perturbador.

Cada decisão que você reconhece como necessária e não toma ocupa um espaço muito grande na sua memória.

Bluma Zeygarnik documentou nos anos 20 o que hoje nós chamamos do efeito Zeygarnik.

Nada mais são do que tarefas incompletas e decisões adiadas ficando dentro do nosso cérebro em um loop que basicamente não acaba.

E por isso ele acaba consumindo a energia mental mesmo quando você não está conscientemente pensando nessas tarefas.

Ou seja, você tem cinco decisões grandes que você adiou.

São cinco loops rodando em paralelo todos os dias dentro da sua mente.

É como se fossem cinco abas abertas dentro do seu computador que estão sugando a energia e a bateria do computador e você nem percebe porque elas estão por trás de várias outras abas.

É por isso que talvez você se sinta mentalmente cansado mesmo sem ter feito nada concreto.

Não é preguiça, é o peso das coisas que você decidiu adiar por um longo tempo.

E o custo vai muito além da energia que você perde.

Cada ano que passa com uma decisão importante adiada é um ano de vida que você seguiu na direção errada, que você não vai conseguir alcançar a vida dos seus sonhos e os seus objetivos por não ter tomado a decisão que você já deveria ter tomado.

Com o tempo, o custo de mudar fica muito maior, reajustar a rota fica muito mais difícil porque mais coisas foram construídas sobre uma base que estava errada.

Como você elimina esse quinto hábito? É muito simples.

Você faz uma lista das decisões que você está adiando e você não vai fazer essa lista necessariamente para fazer todas essas ações hoje porque talvez você nem consiga, mas para fechar os lupes dentro do seu cérebro.

Ou seja, você vai trazer a consciência disso e vai endereçar cada item dizendo, até dia tal eu irei fazer isso.

Você vai construir um plano de ação para executar cada uma dessas coisas.

E sua intenção explícita de solucionar e botar um ponto final em coisa que você estava há anos adiando já consegue tirar boa parte da sobrecarga mental que seu cérebro estava consumindo.

Declare isso na sua vida: Eu decido hoje o futuro que quero viver.

Ao declarar isso, você rompe com a procrastinação, assume o controle da sua vida e prova que o seu futuro será construído por decisões, não por desculpas.

Todos esses hábitos estão destruindo a sua vida, mesmo que eles não pareçam graves quando olhados isoladamente.

E é por isso que eles são tão perigosos, porque eles são sutis e parecem muitas vezes até produtividade.

Só que eles não são produtivos.

É um dano silencioso, progressivo, acumulativo e quanto mais tempo passa, mais difícil é de reverter.

Mas a boa notícia é que você está vendo isso agora e que ainda dá tempo.

Se eu pudesse te dar uma dica antes de você sair desse vídeo, é pare urgentemente de utilizar o seu tempo disponível apenas para consumir.

A maioria das pessoas perde e utiliza seu tempo nas redes sociais consumindo.

Consumindo informação, consumindo notícia, consumindo vídeos, consumindo dopamina.

E ao invés disso, existe um outro caminho.

Na minha opinião, existem dois tipos de pessoas.

As pessoas que entendem que o celular é uma ferramenta de consumo, onde você utiliza para receber informação.

Mas existe um outro tipo de pessoa.

As pessoas que utilizam isso como ferramenta de produção.

As pessoas que entendem que se hoje nós passamos toda a nossa atenção dentro do celular, nós precisamos entender como nós podemos nos posicionar nas redes sociais de modo intencional.

Existe uma frase que diz que nós nos tornamos aquilo que repetimos.

E eu acredito profundamente nisso.

E se você quer continuar aprendendo a desenvolver uma mente mais forte, mais disciplinada e construir uma vida com propósito, continue conosco.